s.m.
Culinária: Pequeno bolo, de massa fermentada, contendo manteiga e ovos.
Brioche de Dete (madrinha de Tom)
Este brioche e os "pãezinhos-delícia" (ainda vamos reencontrar esta receita) que Dete preparava têm o gosto e o cheiro de nossa infância! Cyla aprendeu muito com Dete, assim como com Lígia, Zaida e outras amigas quituteiras. Trata-se de uma verdadeira rede informal por onde circulam receitas e fraternidade.
Ingredientes:
400 g de farinha de trigo
200 g de manteiga
4 ovos
2 colheres de sopa de fermento
2 xícaras de leite morno
1 colher de chá (rasa) de sal
1 colher de chá de açucar
4 batatas espremidas
2 latas de mortadela (ou presunto)
100 g de queijo ralado
Modo de preparar:
Bota-se o fermento, o leite e o açucar para fermentar por uma hora e meia. Depois de fermentado bota-se os demais ingredientes, sendo que as batatas cozidas espremidas entram por último. Unta a assadeira, bota-se metade da massa, depois as fatias de mortadela ou presunto, em seguida o resto da massa. Pincele com ovo e manteiga. Deixe descansar por uma hora. Assa-se e corta-se a gosto.
Comentário do blogger: A frase "se não têm pão, que comam brioches" foi atribuída à rainha Maria Antonieta. Teria sido dirigida ao povo faminto às vésperas da Revolução Francesa como tradução do seu alheiamento à realidade. O brioche seria, também, um símbolo de luxo, já que sua receita leva ovos e manteiga, ingredientes caros na época (Folha de São Paulo, 14/07/2011).
Receitas selecionadas e testadas por Cyléa Costa Cardoso (Cyla), mãe, esposa, professora e amiga.
Apresentação
Este blog tem uma missão a cumprir: compartilhar receitas selecionadas e testadas por Cyléa Costa Cardoso. Nascida em Mascote (sul da Bahia) em 09/06/1938, filha de Antonio e Etelvina Seara Costa, irmã de Vilma/Binha/Simone/Maria (esta falecida) e de Tuíco/Ney/Nélio (falecidos), esposa de Guga, mãe de Tom e Cé, foi educadora de muitas gerações que estudaram no Instituto Nossa Senhora da Piedade, no Diocesano e em vários colégios de Ilhéus.
Completados 365 dias do seu falecimento (em 18/08/2010), não é possível pensar em Cyla sem que nos venha à mente, de comensais, algum cheiro ou sabor de algum prato seu. Este blog pretende apresentá-los. Também é nossa expectativa que os amigos, parentes, ex-colegas e ex-alunos possam virar "membros " e "seguidores", fazer comentários e contar casos porque pretendemos transformar todo este conteúdo em livro: um livro de receitas mágicas.
Sejam todos bem-vindos a esta Cozinha, que é de Cyla!
Antônio José Costa Cardoso (primogênito),
Augusto César Costa Cardoso (caçulinha),
Augusto José da Cruz Cardoso (maridão).
Completados 365 dias do seu falecimento (em 18/08/2010), não é possível pensar em Cyla sem que nos venha à mente, de comensais, algum cheiro ou sabor de algum prato seu. Este blog pretende apresentá-los. Também é nossa expectativa que os amigos, parentes, ex-colegas e ex-alunos possam virar "membros " e "seguidores", fazer comentários e contar casos porque pretendemos transformar todo este conteúdo em livro: um livro de receitas mágicas.
Sejam todos bem-vindos a esta Cozinha, que é de Cyla!
Antônio José Costa Cardoso (primogênito),
Augusto César Costa Cardoso (caçulinha),
Augusto José da Cruz Cardoso (maridão).
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